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Por que a origem faz diferença no Prosecco?

O Prosecco se tornou presença constante em brindes, happy hours e harmonizações, mas sua identidade não está apenas nas borbulhas. No Dia Internacional do Prosecco, celebrado em 13 de agosto, a Mionetto destaca os elementos que diferenciam a bebida e mostra por que sua origem faz tanta diferença.

Leve, fresco e versátil, o espumante italiano é produzido dentro de regras específicas. Com mais de 130 anos de história, a Mionetto acompanha essa tradição desde sua fundação nas colinas de Valdobbiadene.

Uma denominação protegida

O nome Prosecco, assim como o Champagne na França, está protegido por uma denominação de origem. Na prática, apenas espumantes produzidos em regiões determinadas do nordeste da Itália, como Valdobbiadene e Treviso, e de acordo com a legislação italiana podem utilizar essa denominação.

O território é parte essencial da identidade da bebida. Por isso, a origem não é apenas uma informação no rótulo, mas um dos fatores que definem o que pode ser chamado de Prosecco.

Glera é a uva principal

O perfil aromático do Prosecco tem na uva Glera sua principal referência. A variedade entrega notas delicadas de maçã verde, pera, frutas cítricas e flores brancas.

Essas características ajudam a explicar a leveza e o frescor associados à bebida. Assim, o Prosecco se adapta a diferentes momentos de consumo, de comemorações a encontros informais e experiências gastronômicas.

O método Charmat

Outro ponto que diferencia o Prosecco está no processo de produção. Em sua maioria, a bebida é elaborada pelo método Charmat, no qual a segunda fermentação ocorre em tanques pressurizados de aço inox.

Ao preservar os aromas primários da fruta, o método resulta em um espumante leve, refrescante e aromático. No entanto, o processo não é o único responsável pelo resultado: ele se une à origem e às características da uva Glera.

Controle até o engarrafamento

Na Mionetto, o cuidado com a produção inclui mais de 37 análises de qualidade por lote. Entre os aspectos observados estão o perlage, os aromas e o equilíbrio sensorial da bebida.

A vinícola também adota uma etapa específica para preservar o frescor: o engarrafamento é realizado somente depois da confirmação dos pedidos de compra. Dessa maneira, o espumante chega ao consumidor com o máximo frescor.

Criada por Francesco Mionetto, a marca mantém uma parceria histórica com produtores locais. Enquanto isso, a produção combina técnicas tradicionais com tecnologias modernas.

Tradição reconhecida

Em 2025, o Mionetto Prosecco Treviso DOC Brut conquistou o segundo lugar no Falstaff Prosecco Trophy. O rótulo recebeu 92 pontos da revista austríaca Falstaff, reconhecimento que reforça a trajetória da vinícola.

Fundada em 1887, nas colinas de Valdobbiadene, a Mionetto nasceu do projeto de Francesco Mionetto de produzir vinhos que reunissem tradição, qualidade e paixão. Atualmente, a marca tem produção anual de milhões de garrafas e está entre as mais reconhecidas do mundo na categoria.

Uma bebida ligada ao território

Mais do que um espumante, o Prosecco traduz uma tradição centenária construída a partir de território, técnica e identidade italiana. Portanto, entender sua origem e seus processos é também uma forma de valorizar a experiência de cada taça.

Serviço

Foto: Divulgação

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