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Nem todo pico de pressão é hipertensão

Situações de estresse, sustos ou noites mal dormidas podem causar aumentos temporários da pressão arterial, mesmo em pessoas sem histórico de hipertensão. Apesar disso, esses episódios isolados nem sempre indicam a doença.

De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 30% dos adultos brasileiros vivem com hipertensão, condição associada a infarto, AVC e problemas renais. Por isso, o monitoramento constante da pressão é essencial.

Entendendo os picos de pressão

Segundo Marcus Lacativa, cardiologista da Hapvida, situações que geram descarga de adrenalina podem provocar aumentos pontuais na pressão. “Isso, isoladamente, não significa que a pessoa seja hipertensa”, afirma.

Assim, o especialista reforça que uma medição isolada não deve ser interpretada como diagnóstico definitivo.

Para diferenciar um pico momentâneo de um quadro persistente, o exame mais indicado é o MAPA, que monitora a pressão durante 24 horas.

Sinais de alerta

Alguns sintomas associados a um pico de pressão merecem atenção médica imediata.

Enquanto isso, o médico destaca que dores de cabeça como a enxaqueca também podem elevar a pressão, e não o contrário.

Fatores de influência

Diversos elementos do cotidiano podem impactar a pressão arterial, como estresse, ansiedade e falta de sono adequado.

Dessa forma, pequenas mudanças de hábito podem contribuir significativamente para o controle da pressão.

Como prevenir

Entre as recomendações do especialista estão medidas simples que ajudam a reduzir o risco de hipertensão ao longo da vida.

Por fim, o diagnóstico precoce continua sendo a principal forma de evitar complicações graves associadas à hipertensão.

Foto: Divulgação

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