Close Menu
Panorama POP
  • Cultura
  • Famosos
  • Filmes e Séries
  • Gastronomia
  • Moda
  • Música
  • Turismo
  • Notícias
    • Beleza
    • Carnaval
    • Carros
    • Cinema
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Eventos
    • Influenciadores
    • Lifestyle
    • Marketing
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
    • Social
    • Tecnologia
  • Colunas
    • Resenha de Negócios
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram
Panorama POP
27 de agosto de 2026
  • Cultura
  • Famosos
  • Filmes e Séries
  • Gastronomia
  • Moda
  • Música
  • Turismo
  • Notícias
    • Beleza
    • Carnaval
    • Carros
    • Cinema
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Eventos
    • Influenciadores
    • Lifestyle
    • Marketing
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
    • Social
    • Tecnologia
  • Colunas
    • Resenha de Negócios
Panorama POP
Home » Saúde
Saúde

Metabolismo e saúde mental: como as canetas podem ajudar

Redação27.08.2026
Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Threads Copy Link

As canetas emagrecedoras podem ter efeitos que vão além da perda de peso e contribuir, em alguns casos, para o tratamento de transtornos mentais. Para o psiquiatra Danillo Bastos, cuidar de fatores como o metabolismo e controlar processos inflamatórios pode criar condições mais favoráveis para a resposta ao tratamento psiquiátrico, sem substituir antidepressivos ou outras terapias indicadas.

Preparar o terreno para o tratamento

“A caneta emagrecedora não é um antidepressivo. Mas ela pode preparar o terreno para o tratamento da depressão”, explica Danillo. A comparação ajuda a entender o papel que essas medicações podem desempenhar em determinados casos, não substituindo o tratamento psiquiátrico, mas contribuindo para melhorar as condições metabólicas do organismo, tornando a estratégia terapêutica mais eficiente.

Melhorar a alimentação, cuidar do sono e praticar atividade física precisam fazer parte da estratégia terapêutica. É dessa forma que se pode cuidar do metabolismo — conjunto de processos pelos quais o organismo transforma e utiliza nutrientes e energia — e, consequentemente, criar condições mais favoráveis para o tratamento dos transtornos mentais. Segundo o especialista, também é importante identificar como os processos inflamatórios se manifestam em cada indivíduo para definir a melhor abordagem.

Danillo explica que esse perfil inflamatório pode ser identificado por meio de marcadores laboratoriais, como a proteína C-reativa (PCR) e o fibrinogênio. Para tornar o conceito mais compreensível, ele compara o organismo a um carro que ficou muito tempo parado: mesmo funcionando, se estiver com problemas de manutenção, precisará fazer um esforço maior para rodar.

Além da depressão

Essa relação entre metabolismo e saúde mental, segundo o psiquiatra, não se restringe à depressão. Ele cita também o transtorno bipolar, que pode apresentar um perfil inflamatório importante, e a esquizofrenia, cujos tratamentos podem estar associados a alterações metabólicas.

O que se sabe sobre os efeitos psiquiátricos

A segurança das canetas emagrecedoras também é uma questão que vem sendo acompanhada pela comunidade médica. Segundo Danillo, os dados mais recentes apresentados em um congresso médico do qual participou não apontam, até o momento, uma relação direta entre o uso dos análogos de GLP-1 com o aumento de riscos psiquiátricos.

Para o especialista, isso não significa que o uso possa ser feito sem acompanhamento. As medicações são potentes e devem ser indicadas de acordo com as condições e necessidades de cada paciente. A avaliação individualizada também é importante para evitar que a busca pela perda de peso resulte em outros problemas de saúde.

O médico sinaliza que a popularização do medicamento não deve ser vista como algo negativo, mas é preciso cuidado quanto à banalização. As canetas podem reduzir o apetite do paciente, deixando-o sem vontade de comer e, por isso, sendo necessário considerar massa muscular, nutrição, atividade física e mudança de hábitos, para que a perda de peso aconteça de forma saudável e sustentável. O tempo de tratamento também varia — “o segredo não é um tempo mágico, mas a individualização”, destaca Danillo, já que depende da intensidade dos sintomas e da resposta de cada paciente.

“Minha relação com a comida mudou muito”

A experiência de uma paciente que buscou atendimento inicialmente por ansiedade ajuda a ilustrar essa abordagem integrada. Ela conta que convivia com ansiedade desde a infância e que, com o passar do tempo, começou a apresentar episódios de pânico diante de situações cotidianas. “Comecei a ver que a minha ansiedade estava saindo do controle”, relata.

Durante o acompanhamento, ela também falou sobre sua relação com a alimentação. Embora não tivesse o hábito de consumir muitos doces, conta que costumava comer grandes quantidades e tinha dificuldade de se sentir satisfeita. Por conta disso, a avaliação identificou um percentual elevado de gordura corporal, apesar de ela se considerar relativamente magra.

A estratégia passou a combinar o tratamento psiquiátrico com mudanças relacionadas ao metabolismo e aos hábitos. A paciente passou a utilizar tirzepatida em uma dose menor, além das demais medicações e do acompanhamento nutricional.

Segundo ela, as mudanças foram percebidas em diferentes aspectos da rotina. “Esse conjunto de medicação com as canetas foi normalizando a minha vida de forma geral”, conta.

Entre os efeitos percebidos estão a melhora do sono, maior sensação de saciedade e uma relação diferente com a alimentação. Ela afirma que não deixou de comer, mas passou a se satisfazer com quantidades que considera normais. Também relata melhora na disposição e no funcionamento intestinal.

Na saúde mental, a paciente conta que a ansiedade está mais controlada e que não voltou a ter episódios de crise de pânico. “A minha relação com a comida mudou muito, muito mesmo. E eu estou me sentindo muito melhor no aspecto geral da vida”, afirma.

Para ela, o impacto também alcançou a autoestima. Antes, episódios de alimentação excessiva associados à ansiedade eram acompanhados de indisposição e culpa. Com a maior sensação de saciedade, ela diz ter percebido uma mudança nesse ciclo. “As canetas mudaram muito, ajudaram muito na minha condição mental, com certeza, não só no fator físico, mas no mental também”, relata.

Foto: Divulgação

Metabolismo e saúde mental: como as canetas podem ajudar
Share. WhatsApp Twitter Facebook LinkedIn Threads Copy Link
Redação

    Mais Notícias

    Live Home Care aposta em cuidado fisioterapêutico em casa

    Psicóloga Pilar Caliari valoriza escuta e acolhimento

    Entenda o clareamento íntimo e seus tratamentos

    Comments are closed.

    Panorama POP
    X (Twitter) Instagram
    © 2026 | Panorama POP | Pautas: redacao@panoramapop.com.br

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.