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Diagnóstico precoce do autismo é essencial, diz psicóloga

Especialista Bianca Reis reforça necessidade de detecção cedo do TEA, critica romantização e cobra inclusão para autistas e famílias no Brasil.

O que é o Transtorno do Espectro Autista

O TEA caracteriza-se por dificuldades na interação social. A comunicação verbal e não verbal também sofre. Interesses restritos e repetitivos marcam o quadro.

Identificação ocorre na infância, de 1,5 a 3 anos. Sinais iniciais surgem cedo em alguns casos. Dessa forma, desvios do desenvolvimento típico aparecem.

“Conscientizar a população, buscar políticas públicas e melhorias para as pessoas com TEA é essencial.”

Bianca Reis, psicóloga, alerta para o impacto social do autismo. Enquanto isso, trata-se de questão de saúde pública.

Data mundial e números globais

Em 2 de abril, celebra-se o Dia Mundial do Autismo. A ONU criou a data em 2007 para reduzir preconceitos. Abril foca em debates sobre o tema.

Sintomas variam em gravidade e alcance. A romantização gera confusões na comunidade. Por outro lado, diagnósticos levianos prejudicam legislações.

“Precisamos levar a sério práticas levianas quanto a diagnósticos forjados, pois esvazia a pauta.”

Mais de 70 milhões vivem com TEA no mundo, segundo a OMS. O Brasil registra 2,4 milhões. Famílias ainda enfrentam discriminação.

Benefícios da detecção antecipada

Diagnóstico precoce esclarece rotinas e desafios infantis. Assim, intervenciones especializadas ocorrem cedo. No entanto, inclusão plena segue distante.

“O compromisso em acreditar, estimular e inserir com inclusão afetiva é premissa indispensável.”

Lei 12.764/2012 garante direitos. A Lei 13.977/2020 emite carteiras. Ainda, autistas enfrentam exclusão em escolas e empregos.

Bianca Reis possui mestrado em Família e pós-graduações em Neuropsicologia e Estimulação Precoce (CRP 03/11.152).

Foto: Luciana Bahia
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